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:-) Ser voluntário é ser e estar humano o tempo todo.

 

Ser humano no sentido divino, quando usamos a matéria humana para realizar nossos sonhos...com as mãos!

 

Estar humano é tomar tempo de outras atividades materiais para direcionar esforços ás ações voluntárias. É isso. Thanks UNV :-)

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Comecei a me interessar em voluntariado aos 10 anos, em Curitiba - Paraná. Lembro-me que a minha escola apresentou aos alunos a situação de crianças da mesma idade que a nossa, em situações precárias, que, na verdade, só estavam ali estudando porque tinham o apoio de instituições parceiras, como a do meu colégio e também dos voluntários. Imaginem a cabeça de uma criança que tinha tudo o que precisava para ser feliz e, se chocou, pela primeira vez, com a realidade - dura - de outras pessoas? Comecei a me questionar:
- Mas, por que todo mundo na cidade não pode ajudar essas crianças?
- Por que só algumas pessoas se importam e outras não?
Aquela apresentação mexeu comigo. E ali, aos 10 anos, eu descobri que uma das minhas missões no mundo é não só ajudar as pessoas que precisam, mas também, ajudar as pessoas que não precisam a entenderem o quão importante para o mundo seria se elas ajudassem também. Porque tão admirável quanto assistir aos outros, é dar a mão aos que estão a nossa volta e puxá-los, para que assim eles percebam quanto mais uma mão, mais um coração disposto a se doar ao mundo, pode ser a diferença. E assim, antes mesmo da idade que tinha me dito ser permitido se inscrever para ser voluntário, com a ajuda da minha mãe, começamos a trabalhar voluntariamente na APACN, Associação Paranaense de Crianças com Neoplasias. Levamos alguns coleguinhas da escola, juntamos roupas, matérias e lançamos a campanha adote uma criança no Natal. Não parei mais. Hoje em São Paulo, jornalista, viajante, tenho na bagagem mais de dois intercâmbios, eu quero mais. Eu quero na minha bagagem, milhões de sorrisos e um telejornal mais doce, mais humano. Quero que a nova geração crie filhos e não herdeiros.

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http://somandotalentos.blogspot.com.br/

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Bom para Proteger o Meio Ambiente precisamos da Educação Ambiental, segundo Natália Alves “A educação ambiental é um processo de aprendizagem permanente, baseado no respeito a todas as formas de vida!”.O meio ambiente tem seu lado abiótico que é a influencia que o ser vivo recebe do ecossistema a parte natural dela como os aspectos físicos e químicos sendo luz, temperatura, vento e etc...Mas também há o fator biótico que é o efeito causado pela população que a cerca ou seja somos nos, pela nossa ação irresponsável que polui esse meio pensando que não é nosso e que não iremos usar, pois dependemos dela para nossa sobrevivência,agora e também para as futuras gerações. Se não protegermos agora no presente o que sera do futuro dessas gerações. Devasta, destruir para termos um espaço para um desenvolvimento melhor não é a solução e sim o problema, pois o que adianta a tecnologia se não tivermos saúde? Ou seja nossa saúde e a principal A SAÚDE DO NOSSO PLANETA.
Autora : Jemilly Spontão da Silva, Técnica Ambiental de Curitiba, PR

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Coordeno um grupo de voluntários, que fazem intervenções cênicas em hospitais para o público infantil e adulto. Trabalhamos a quatro anos nessa iniciativa. Nosso objetivo é transformar o ambiente hospitalar com a alegria do palhaço. Já mobilizamos durante esses anos mais de 300 pessoas para o voluntariado e atendemos cerca de 5.000 pessoas internadas, familiares, e profissionais de saúde.
Médicos do Humor - Tudo na ponta do nariz!


Talise Schneider
Pedagoga, atriz, palhaça, bailarina.

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Decidimos ser voluntários para mudar a realidade de nosso pais e do mundo, somos muitos porém temos muita vontade e pouca força, mas conseguimos de pouco em pouco reverter a situação no qual vivemos. Porém não é fácil ser voluntário, não é fácil encontrar uma instituição que faça realmente um trabalho humanitário direito e de boa vontade. Quando achamos uma instituição no qual acreditamos, muitas vezes nos decepcionamos pela hipocrisia existente em nelas. Me decepcionei diversas vezes na procura do meu espaço. Até que ponto as pessoas realmente querem mudar, moldar nosso futuro e fazer a diferença? Descobri que na verdade somos muito poucos, voluntários de corpo e mente.


Consegui meu espaço na Cruz Vermelha Brasileira, depois de escrever uma monografia sobre o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Durante minha pesquisa descobri o que desejo para minha vida, que tipo de diferença eu quero fazer e o primeiro passo era me juntar a Cruz Vermelha Brasileira.


No Brasil, a CVB ainda precisa de força e estrutura, estamos atrasados como sempre.
Espero poder contribuir cada vez mais para a CVB e num futuro a CICV, podendo assim contribuir a nível internacional, podendo ser um cidadão do mundo e deixar minha marca na busca de um mundo melhor!

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Being a volunteer in Haiti one month after the devastating earthquake of 2010 was a life changing experience. Seeing how grateful Haitians were by people coming from afar to give their time, work and love was deeply moving. It was incredible to see hope rising in their eyes while receiving assistance. May this hope not fail, as Haiti receive a continuous and consistent assistance, able to reconstruct and sustainably develop the nation.

Ser uma voluntária no Haiti um mês depois do devastador terremoto de 2010 foi uma experiência que impactou minha vida. Ver a gratidão dos haitianos ao ver pessoas vindas de longe para dar seu tempo, trabalho e amor, foi profundamente comovente. Foi incrível ver a esperança nascer em seus olhos ao receber assistência. Que essa esperança não falhe, mas que o Haiti receba uma assistência continua e consistente, capaz de reconstruir e desenvolver sustentavelmente a nação.

My assignment as an UNV to Afghanistan was one of the most unique experiences of my life. Answering the needs of Natural Disaster induced IDPs and Natural Disaster affected people gave a greater meaning to this very challenging assignment. I won’t forget my Afghans colleagues, who showed me an unknown face of Afghanistan, reminding them gives me hope for a future with peace.

Meu serviço como voluntária para as Nações Unidas no Afeganistão foi uma das experiências mais singulares da minha vida. Responder às necessidades de deslocados internos e populações afetadas por desastres naturais trouxe um sentido maior para uma tarefa muito desafiadora. Não esquecerei meus colegas afegãos que me mostraram uma face do Afeganistão que eu não conhecia, lembra-los me dá esperança de um futuro com paz.

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Sou aposentada como comissária de bordo onde pude aprender tecnica de primeiro socorro e sobrevivencia na selva,catastofres em geral. Sou Graduada em Psicologia pela PUC-RJ e Pós-graduada em Psicologia Clínica Hospitalar e da Saúde, pela CESANTA-RJ, onde já atuei como voluntária. Fiz trabalhos de pesquisas em comunidades no Rio de Janeiro. Trabalhei como psicologa na Santa Casa de Miséricordia e implantei um serviço de psicologia na Fundação Americo de Vivéiros na Comunidade do Morro do Turano, na Tijuca.

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English
Theme suggested for discussion at Rio+20 Meeting

In my experience as a volunteer translator of foreign languages for International Alliance of Inhabitants has allowed me to stay informed about what is happening worldwide in both developed and developing countries.
It seems to me that poverty is everywhere and does not cease to increase. Rio 20 has not fulfilled its objectives.
Many countries give millions of dollars, including Australia; we know that most of this money or very little of it, in general does not reach the intended receivers or the ravaged areas where famine prevails.
There are too many excuses by various authorities, identities and governments.
Why food supplies, etc.., is not getting to these locations? We can go to the moon and back!
People start by refusing to give.
Reason: Because the collection of aid has become the work for large corporations operating budgets from large offices. '' No, thank you. We do not want your donation. We want the details of your credit card'', these agencies inform the public.


Español
Para el G-20 _ conferencia
Mi experiencia como traductor voluntario de las lenguas extranjeras para la Alianza Internacional de Habitantes me permitió mantenerse informado acerca de lo que está sucediendo en todo el mundo en los países, tanto desarrollados como en desarrollo.
A mí me parece que la pobreza está en todas partes y da no deja de aumentar. La conferencia Río+20 no ha otenido su objetivo.
Muchos países dan millones de dólares, entre ellos Australia, sabemos que la mayor parte de este dinero o muy poco de él, por lo general no llegan a las zonas previstas o devastadas de hambre.
Hay demasiadas excusas por parte de diversas autoridades, las identidades y los gobiernos.
¿Por qué los suministros de alimentos, etc., no llegan en estos lugares.? ¡Podemos ir e volver de la luna!
La gente empieza por negarse a dar.
Debido a que la colección de la ayuda se haya convertido en trabajo para las grandes empresas trabajando de grandes oficinas.. ''! No, gracias.! ¡No queremos su plata.! ¡Queremos los detalles de su tarjeta de crédito''!,os informa estas agencias.

Italiano
Tema a dibattere: Per la conferenza 20 G

La mia esperienza come traduttore volontario delle lingue straniere per la International Alliance of Inhabitants mi ha permesso di rimanere informati su ciò che sta accadendo in tutto il mondo nei paesi, sia sviluppati sia in via di sviluppo.
Mi sembra che la povertà è ovunque e non cessa di aumentare. Rio+ 20 non ha completato il suo obiettivo.
Molti paesi danno milioni di dollari, tra cui Australia; sappiamo che la maggior parte di questi soldi o molto poco, in generale non raggiungono le aree destinate o devastate de grande fame.
Ci sono troppe scuse da parte di diverse autorità, e governi.
Perché le reserve alimentari, ecc., non arrivano in questi luoghi. Siamo in grado di enviare l’uomo sulla luna e di ritorno!
La gente comincia rifiutando di dare.
Perché la raccolta degli aiuti è diventato il lavoro per le grandi aziende con gli uffici di grandi dimensioni. '' No, grazie. Vogliamo i dettagli della vostra carta di credito'', si informa queste agenzie.

Français
Discussion : Pour la conférence G+20
Mon expérience comme traducteur bénévole de langues étrangères pour L’Alliance International des Habitantes m'a permis de rester informé sur ce qui se passe dans le monde entier dans les pays, à la fois développés et en développement.
Il me semble que la pauvreté est da partout et ne cesse pas d’augmenter. Rio+20 n’a pas achevé ses objectives.
De nombreux pays donnent des millions de dollars, y compris l'Australie; nous sommes au courant, que la plupart de cet argent ou, très peu de celui-ci, en général n’arrive pas à la destinée ou à des zones ravagées par la famine.
Il y en a trop d'excuses par des différentes autorités, identités et des gouvernements.
Pourquoi les fournitures de nourriture, etc., n’arrive-t-elles pas à ces endroits. On peut aller à la lune e retourner !
Les gens commencent par refuser de donner.
Parce que la collecte d’aide est devenue des travaux pour des grandes entreprises opérant leurs budgets à partir de grands bureaux. ‘’Non ; merci. Nous voulons les détails de votre carte bancaire’’, nous informent ces agences.

Português
Tema sugerido para debate: Encontro Rio+ 20

Na minha experiência como tradutor voluntário de línguas estrangeiras para a Aliança Internacional de Habitantes, estou informado sobre o que está acontecendo no mundo dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Parece-me que a pobreza continua por a toda parte e não cessa de aumentar. Rio+ 20 não cumpriu os seus objetivos.
Muitos Países doaram milhões de dólares, incluindo a Austrália, e nós sabemos que a maioria desse dinheiro ou muito pouco, em geral, não atinge as pessoas para quem é doado ou as zonas de destino, onde a fome é devastadora e prevalece.
Muitas desculpas são dadas por várias autoridades, Identidades e Governos.
Por que razão o abastecimento destes alimentos, etc .., não estão a ser recebidos nestes locais? Podemos ir à lua e voltar!
As pessoas começam por se recusar a dar.
Motivo: a coleta de ajuda se tornou o trabalho para as grandes corporações de grandes orçamentos operacionais e com grandes escritórios. '' Não, obrigado. Nós não queremos a sua doação. Queremos os detalhes do seu cartão de crédito,'' As Agências informam o público.

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Trabelhei como Arquiteto e Urbanista para o Incra no estado da Bahia de 2001 a 2007 desnvolvendo a implantação das agrovilas e sua infra estrutura básica (SSAA, RDE e acesso) em Projetos de Assentamento. Era com imensa satisfação que via famílias inteiras que não possuiam nada poderem ter um pedaço de terra e uma moradia!


Atualmente, também como Arquiteto, urbanista e paisagista, começo a desenvolver trabalhos também para o Incra na Bahia, porém agora no Programa Terra Sol, que fomenta atividades não agrícolas. Sou responsável pela infra-estrutura e projetos executivos. Mais uma vez levando alternativas de renda e inclusão social em comunidades de assentados, incrível!

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